Sobre

Começou com alguém anotando preços num papel

O Voldgar já existia e já funcionava quando essa cena aconteceu. A mãe do fundador fabrica aromatizantes, e ele a viu anotando à mão o preço de cada matéria-prima — folha, caneta, e a conta na cabeça.

Era um app inteiro criado para acabar com o caderninho perdendo para um papel, na mesa da cozinha, dentro da própria casa. E o motivo não era teimosia dela: era que o app ainda não servia para aquilo.

É assim que este produto cresce. Alguém tenta fazer uma coisa simples, não consegue, e isso vira função.

É uma pessoa só, e isso muda as duas coisas

Não há um time de suporte. Quando você manda uma mensagem, quem responde é a mesma pessoa que escreve o código — o que tem um lado muito bom e um lado honesto.

O lado bom

Problema relatado de manhã costuma estar corrigido no mesmo dia. Não passa por triagem, nem por reunião, nem por trimestre.

O lado que a gente não esconde

Coisa grande demora. Se você precisa de algo enorme para ontem, talvez não sejamos a escolha certa agora — e preferimos dizer isso a prometer.

No que a gente acredita

Cada um destes você consegue conferir usando o app. Valor que não muda o software é enfeite.

1

Número errado é pior que número ausente

O app não mostra o saldo da sua conta até você informar quanto ela tem. Ele não viu sua vida financeira antes de você instalar, e chutar um número que diverge do banco em silêncio seria pior do que não mostrar nada. Você confere no banco, informa, e a partir dali a conta anda.

2

Mostramos o custo. Não mandamos pagar

Nas dívidas, o app diz quanto cada uma custa por mês em reais e ordena por isso. Ele não diz "pague esta primeiro". Primeiro porque quem entende por que uma dívida é cara decide melhor da próxima vez. Segundo porque "esta te custa R$ 180 por mês" é aritmética, e "pague esta primeiro" é aconselhamento financeiro — que não é o que a gente faz.

3

Quando não sabemos, perguntamos

O app já supôs que toda assinatura era débito automático. Resultado: dizia que uma conta tinha sido paga dias antes de ela ser paga. Hoje ele pergunta se aquela cobrança cai sozinha, e a resposta nasce em branco. Supor esconde justamente o esquecimento que você quer enxergar.

4

Quem usa decide o que vem

Quase toda função nova aqui começou como reclamação de alguém. Ideia que nasce só na nossa cabeça, sem ninguém ter sentido falta, espera na fila — por melhor que pareça no papel.

De onde vieram algumas funções

Nenhuma destas nasceu de reunião de planejamento.

  • A calculadora de preço

    Uma esteticista que fabrica difusores de ambiente não sabia por quanto vender. Ela tinha os custos, faltava a conta.

  • O bloco de anotações

    A mãe do fundador anotando preço de matéria-prima no papel — dentro de um app que existe justamente para acabar com o papel.

  • Editar dívida avulsa

    Um usuário teve uma dívida perdoada e não tinha como registrar isso. Só dava para excluir, o que apagava a história junto.

  • O sino de avisos

    Quem limpa a barra de notificações do celular perdia a única evidência de que o app tinha feito algo sozinho.

O que não somos

Achamos que dizer isto vale mais do que prometer tudo:

  • Não somos banco, e não movimentamos seu dinheiro.
  • Não nos conectamos à sua conta bancária: você informa os saldos, e é por isso que sabe de onde cada número veio.
  • Não damos conselho financeiro. Mostramos os números e explicamos como chegamos neles; a decisão é sua.
  • Não vendemos seus dados, e não há um único cookie de publicidade no site.

Falta uma coisa que você precisa?

Fala com a gente. É assim que a maior parte do que existe aqui hoje começou.